Rio de Janeiro, RJ | |

Documentário sobre o sambista Zé Ketti no Canal Brasil

O documentário “Eu Sou o Samba, Mas Pode me Chamar de Zé Ketti”, dirigido por Luiz Guimarães de Castro, estreia na segunda-feira, 25 de maio, na faixa Negritudes do Canal Brasil. O filme integra uma programação dedicada a obras que abordam identidade, música, memória e resistência negra no Brasil, e também reúne os títulos “Pixinguinha, Um Homem Carinhoso”, de Denise Saraceni, “Tim Maia”, de Mauro Lima, “Simonal – Ninguém Sabe O Duro Que Dei”, de Claudio Manoel, Micael Langer e Calvito Leal, além de produções sobre Gilberto Gil, Alcione e Paulinho da Viola.

“Eu Sou o Samba, Mas Pode me Chamar de Zé Ketti” revisita a trajetória de José Flores de Jesus, um dos grandes nomes do samba carioca. A partir de imagens de arquivo e depoimentos de familiares, amigos e colaboradores, o documentário reconstrói o percurso artístico do compositor desde a infância nos anos 1920 até sua consolidação como cantor, compositor e ator. O longa destaca ainda sua relação com rodas de samba, escolas tradicionais como Estação Primeira de Mangueira e Portela, além de sua presença marcante no cinema e no teatro, em obras como “Rio 40 Graus” e no histórico espetáculo “Opinião”. O filme participou do festival In-Edit Brasil 2024 e contextualiza a importância de Zé Ketti na construção da música popular brasileira. A produção também estará disponível a partir do dia 26 de maio, no streaming DOC Canal Brasil (Prime Video).

Na sequência, às 21h30, vai ao ar “Pixinguinha, Um Homem Carinhoso”, dirigido por Denise Saraceni, que acompanha momentos da vida e da carreira de Pixinguinha, um dos principais responsáveis pela consolidação do choro no país. Às 23h10, “Tim Maia”, de Mauro Lima, retrata a trajetória intensa e irreverente de Tim Maia, passando pela ascensão artística e pelos excessos que marcaram sua vida. Já “Simonal – Ninguém Sabe O Duro Que Dei”, exibido às 1h30, revisita a carreira de Wilson Simonal e debate os impactos políticos e sociais que atravessaram sua história.

A programação segue às 3h com “Gilberto Gil – Tempo Rei”, de Andrucha Waddington e Lula Buarque de Hollanda, documentário que acompanha a dimensão artística e pessoal de Gilberto Gil. Às 4h50, “Alcione – O Samba é Primo do Jazz”, de Angela Zoé, explora as influências musicais e a trajetória de Alcione no samba brasileiro. Em seguida, às 6h, “Paulinho da Viola – Meu Tempo é Hoje”, dirigido por Izabel Jaguaribe, apresenta um retrato intimista do sambista e compositor carioca. Encerrando a faixa, às 7h30, o “Show: Sambabook Dona Ivone Lara”, de Joana Mazzucchelli, homenageia a grande dama do samba com apresentações de artistas convidados celebrando sua obra e legado.

Negritudes no Canal Brasil

Horário: Segunda, dia 25/05, a partir das 20h

Eu Sou o Samba, Mas Pode me Chamar de Zé Ketti (2024) (90’) – Estreia

Horário: Segunda, dia 25/05, às 20h

Classificação: 10 anos

Direção: Luiz Guimarães de Castro

Sinopse: Documentário brasileiro que reconstrói a trajetória de Zé Ketti (José Flores de Jesus), um dos sambistas mais representativos do Rio de Janeiro. A partir de imagens de arquivo, depoimentos de familiares, amigos e colaboradores, o filme narra desde a infância do compositor nos anos 1920 até sua inserção no universo musical carioca, abordando sua relação com rodas de samba, escolas como Mangueira e Portela, e sua presença no cinema e no teatro, incluindo participações em filmes como Rio 40 Graus, de Nelson Pereira dos Santos, e o emblemático show Opinião. A narrativa também contextualiza a carreira de Zé Ketti no cenário cultural e social brasileiro, destacando sua carreira como compositor, cantor e ator e as diferentes facetas de sua contribuição para a música popular brasileira.

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