
O ato nasceu de uma iniciativa do carnavalesco Leandro Vieira, da Imperatriz Leopoldinense, após declarações de Flávio Bolsonaro (PL) sobre a Constituição Federal. Em 6 de outubro, durante um evento em Goiânia, o candidato à Presidência afirmou que pretendia usar a nova composição do Congresso para mudar a Constituição e, segundo suas palavras, “redemocratizar o país”. A declaração, segundo os organizadores do ato, provocou indignação.
O ato começou às 15 horas com componentes de várias escolas, diversos grupos carnavalescos, blocos, rodas de samba, artistas, movimentos sociais e a classe política da centro-esquerda. Estiveram presentes também as baterias da Estação Primeira da Mangueira, Império Serrano e da União de Maricá, que se apresentaram ao lado de vários artistas do samba, entre eles: a cantora Teresa Cristina, Neguinho da Beija-Flor e Arlindo Neto, e mestre Ciça da Viradouro, que ajudou a reger as baterias.um dos momentos que emocionou a todos os participantes do ato foi quando o intérprete da Paraíso do Tuiuti, o cantor Pichulé, interpretou o hino nacional.
O ato reuniu várias gerações do samba em apoio à democracia, que está representada pelo candidato à reeleição, Luiz Inácio Lula da Silva. As palavras de ordem foram pelo fim da escala de trabalho 6×1, pelo fim do feminicídio, homofobia, racismo, preconceito de classe, pelas garantias sociais( cotas raciais, educação pública de qualidade para todos(as), sistema de saúde pública cada vez mais eficiente, mais postos de trabalho, comida na mesa para todos), cultura para a população periférica e sem anistia para os golpistas de 8 de janeiro de 2026.
Esses atos somam-se a inúmeras manifestações que colocaram a população progressista que defende um estado democrático de direito, sem a intervenção do governo americano. Nessa nova geopolítica, que está sendo definida pelas grandes potências (China, EUA, Rússia), que redividem o mundo para manterem suas hegemonias.A América Latina, nessa nova ordem mundial, passa a ser o grande quintal dos americanos. O Brasil tem um destaque nessa nova reconfiguração em função das terras raras,petroleo e a biodiversidade da floresta amazônica.
É um processo que pode retroceder por mais de meio século podendo até se tornar inreversivel, transformando gerações futuras em “macaquitos”,transformando nossos costumes ,transformando em um processo de alienação da sociedade brasileira,passando para Bazil com Z
Por: Amaury oliveira (Jornalista)